quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Cinema ENTRADA FRANCA ,Vozes Contra a Globalização




Em RECIFE, assista e divulgue os documentários VoZEs coNTRa a GloBAlizaÇÃO no cinema do parque e no cinema da fundaj derby [sala de vídeo]

Cinema do Teatro do Parque"O século das Pessoas"[dublado]de segunda 21 a quarta 23 às 18:30 e às 19:30

Cinema da FUNDAJ [sala de vídeo]:os 7 documentários da série[versão original espanhol sem legenda em português]de segunda 21 a sexta 25 às 18:00 e às 19:00

ENTRADA FRANCA ENTRADA FRANCA ENTRADA FRANCA
54 vozes analisandoas razões e a urgência da construção em curso de um mundo"que recusa a indignidade como destino"

entrevistas com os escritores José Saramago, Eduardo Galeano o músico Mano Chao o jornalista Ignácio Ramonet [Monde Diplomatique] a lider camponesa Diolinda Iza os ativistas José Bové Susan George [ATTAC]e vári@s cientistas sociais tod@s envolvid@s nos processos de discussão dosFóruns Sociais Mundiais
Programação na FUNDAJ-Derby sala de vídeo versão original espanhol sem legendas
1- Os amos do mundo2ª feira 21 às 18hs

..Quem governa o mundo? Qual o poder dos políticos? Qual é o papel dos paraísos fiscais que permitem acobertar crimes e corrupção? Qual é o real papel do FMI, BM e OMC?
2 - A estratégia de Simbad..2ª feira 21 às 19hs

A precariedade do trabalho, da escravidão, da imigração, da perda da sociedade de bem estar social na Europa, das privatizações, da perda dos direitos trabalhistas e da vitória da economia especulativa sobre a economia produtiva.
3 - O mundo de hoje.. 3ª feira 22 às 18hs

Coloca como uma só potencia domina o mundo, como a industria do medo influi nos cidadãos, o monopólio dos grandes meios de comunicação e seu papel, e os esforços de alternativas
4 - O mundo desigual3ª feira 22 às 19hs 5ª feira 24 às 18hs

A situação de pobreza no mundo, as pandemias e o comportamento das transnacionais farmacêuticas no terceiro mundo, a produção de miséria e desigualdades nos Estados Unidos, as disparidades e irracionalidade de orçamentos nacionais e mundiais
5 - O caminho da extinção..4ª feira 23 às 18hs

O esquentamento do planeta, a perda de milhões de espécies vivas, a insensibilidade dos políticos, a alienação dos cidadãos a respeito. Os analistas sociais opinam que a forma de vida e de consumo de uma parte da humanidade vai condenar toda espécie.
6 - A longa noite dos 500 anos..4ª feira 23 às 19hs

Analisa a perda da terra, da identidade, da uniformidade das culturas, das privatizações e o novo panorama em América Latina, das lutas dos povos contra o Tratado de Livre Comércio entre a América do Norte e México.
7 - O século das pessoas..5ª feira 24 às 19hs 6ª feira 25 às 18 e 19hs

Se centra nos eventos de protesto e resistência de Seattle e Genova. Reflete sobre a possibilidade de um outro mundo e sobre o caráter inovador da multidão e diversidade de movimentos que se encontram nos fóruns sociais mundiais de Porto Alegre à Caracas...
FSM 21a 26 janeiro 2008 semana mundial de mobilização e ação [para justiça] global
apoio

organização
Cinema da FUNDAJ Teatro do Parque

Loucas de Pedra Lilás 81 3421 5573 81 9959 2457

Obsevatorio da midia fara, Jugamento no 13 de Maio da Mídia.

Júri popular sobre a violação dos direitos humanos pela mídia.
no parque 13 de Maio, Boa Vista
Dia 26 de Janeiro, a parti da 15 h
no Banco dos Réus estara a mídia Pernambucana, e o publico representante o juiz, promotores, advogados de defesa e júri.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

MOVIMENTO CULTURAL DE CABEÇA NA CULTURA.

Festeja com a comunidade o carnaval 2008.

A rede jovem do grupo comunidade assumindo suas crianças vem por meio deste, convidar-lhe para junto conosco festejar e valorizar as origens carnavalescas de nosso bairro, participando então deste movimento que acontecerá dia 25 de janeiro, a partir das 19:00 na sede do GCASC com apresentações de maracatu, orquestra de frevo, escola de samba, blocos carnavalescos, etc...

Certo de contarmos com vossa participação

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Jovens fazem Colônia de Férias em Chão de Estrelas!


Uma escola melhor é possível, essa é a idéia que motivou um grupo de 14 jovens a organizar uma colônia de férias na comunidade de Chão de Estrelas em Recife. As inscrições serão no dia 17, das 9h às 12h, na Escola São Judas Tadeu. As atividades vão de 18 à 25 de janeiro, encerrando com a apresentação dos resultados das oficinas, e com a entrega do documento Propostas para uma Escola Melhor, que será elaborado pelos participantes ao logo dos encontros.

Essa iniciativa não conta com nenhum financiamento governamental. Todo apoio está sendo dado pelos grupos comunitários: Daruê Malungo, Centro de Organização de Chão de Estrelas, Balé Afro Axé Orum, Coletivo Gambiarra Imagens e Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua de Pernambuco.

Ricardo Estevan, um dos jovens organizadores do evento esclarece, “o objetivo é sensibilizar as pessoas para não depredar, nem pixar a escola, e proporcionar um momento de encontro e lazer para as crianças e adolescentes nas férias” afirma. Além de provar que quando as pessoas se juntam, mesmo sem recursos, podem fazer muitas coisas boas.

Foram planejadas 10 oficinas culturais e esportivas, onde debaterão o tema: Em nossa comunidade, uma escola melhor é possível. Estima-se a participação de 200 crianças, adolescentes e jovens. Futebol, percussão, dança popular, fanzine, vídeo, brincadeiras infantis e gincana ambiental, são algumas das atividades lúdicas pensadas para o momento.

As aulas aconteceram nos grupos da comunidade, pois a única escola da área, à São Judas Tadeu estará em reforma no período. A programação completa está disponível no blog, www.coletivogambiarraimagens.blogspot.com . Embora o foco seja as crianças, adolescentes e jovens da comunidade, a participação é livre para todas as idades.

Chão de Estrela é um bairro violento e com uma forte presença do tráfico de drogas, iniciativas como essa ajuda a diminui o poder de aliciamento do tráfico, nesse período. Uma pesquisa realizada em outubro do ano passado, pelos jovens do projeto Rede Jovem, com atuação no local. Revelou que quase 45% dos 258 entrevistados já usaram algum tipo de droga. Todos os pesquisados tinham entre 12 à 24 anos.

SERVIÇO

O que? 14 jovens promovem uma Colônia de Férias;

Onde? Na comunidade de Chão de Estrelas, zona norte do Recife;

Quando? No dia 17 às inscrições, e de 18 à 25-01 às oficinas, das 9h às 12h;

Contato: 3231-3911 – Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua – PE

9958-7725 – Adriano Lima (educador)

9177-4773 – Tamires Fernanda (jovem organizadora)

9223-2934 – Fabiane dos Santos (jovem organizadora)

9265-9223 – João Batista Junior (assessoria)

Colônia de Férias em Chão de Estrelas

PROGRAMAÇÃO

17-01

9h Arrastão Cultural nas ruas da comunidade

11h Inscrições na Escola São Judas Tadeu

18 à 24-01

9h Oficinas:

- Dança Popular no salão anexo do Posto de Saúde

- Dança Afro no Daruê Malungo

- Dança Afro no Balé Afro Axé Orum

- Percussão em Pau e Lata no PDA

- Fanzine, Gincana Ambiental e Percussão na Associação dos Moradores

- Vídeo no Coletivo Gambiarra Imagens

- Futebol no Campo de Chão de Estrelas

25-01

9h Brincadeiras Infantis

14h Apresentação dos resultados das oficinas

16h Entrega do documento Propostas para uma Escola Melhor, a diretora

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Após estréia, 90% não entendem TV digital


SÃO PAULO – Pesquisa sobre a estréia da HDTV no país demonstrou que 90% dos usuários não compreendem a tecnologia.
Segundo levantamento do instituto Qualibest feito com 1684 usuários, 90% disseram não entender nada ou muito pouco sobre o funcionamento da TV digital e das transmissões em alta definição (HDTV), que estreou este domingo (2) na região metropolitana de São Paulo.
A pesquisa demonstrou que, embora as vantagens da TV digital sejam pouco conhecidas dos usuários, 67% afirmaram ter interesse em adaptar suas TVs para receber o sinal digital. Outros 33% disseram que não têm essa preocupação.
A pesquisa demonstrou ainda que 44% dos usuários pretendem “esperar o assunto amadurecer” para decidir qual set-top box comprar. Outros 28%, no entanto, dizem querer comprar o conversor já, para beneficiar-se do sinal digital.
Entre os usuários com interesse de migrar para TV digital, 56% disseram que R$ 200 é um preço justo pelo conversor e não pretendem pagar muito mais do que isso. O patamar de R$ 200 é defendido pelo governo Federal como o valor ideal para o conversor. Atualmente, no entanto, os set top boxes custam entre R$ 500 e R$ 1,2 mil.
O estudo demonstrou que os usuários vêm a TV digital como algo que vai melhorar a qualidade do som e do áudio da TV aberta. Um percentual muito baixo de usuários sabe que a TV digital pode trazer interatividade para as transmissões.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

TV digital: oportunidade perdida para democratizar as comunicações!


A entrada no ar da TV digital em São Paulo, em 2 de dezembro, veio acompanhada da retórica de que estamos diante de uma nova revolução tecnológica. No entanto, o modelo digital estréia repetindo o modelo analógico – concentrado, sem diversidade e sem interatividade. Pior ainda, inacessível à maioria da população. Por conta da predominância dos interesses comerciais, a implantação da TV digital se mostra uma oportunidade perdida para democratizar as comunicações.

A primeira das promessas, a ampliação efetiva do número de canais, que poderia trazer mais pluralidade e diversidade, foi deixada de lado em nome da possibilidade de transmitir em altíssima definição (Full HD). Para isso, as emissoras que já tinham concessões em TV aberta receberam, em consignação, mais 6 MHz (no qual caberiam até oito programações) para operar a transmissão digital. Se transmitirem em altíssima definição, atingirão uma ínfima parcela da população com aparelhos de mais de 42 polegadas. Se utilizarem o espaço extra para fazer multiprogramaçã o, ou reforçam a concentração ou exibem canais terceirizados de vendas de produtos, aumentando os já abundantes shoppings eletrônicos. Na prática, quem já administrava um “latifúndio do ar” agora vai administrar um latifúndio improdutivo.

Também a opção pela interatividade segue como promessa. O elemento mais importante para que essa função exista é o middleware, que deve vir embarcado no conversor. Para o Brasil, foi aprovado o uso do Ginga, sistema que opera em licença aberta. Contudo, as emissoras não têm interesse nele, até porque se a interatividade plena emplacar, ela se torna uma ameaça às próprias emissoras, por tornar possível assistir na TV a conteúdos disponíveis na internet. Sem o Ginga embarcado, essa opção segue indisponível para o/a cidadão/ã.

Outra decepção é o alto preço do conversor, fruto das opções do governo brasileiro. Por conta das modificações impostas ao padrão japonês, o Brasil tem um aparelho válido apenas para o mercado local, o que gera dificuldades para atingir uma produção em escala que possa baratear consideravelmente o conversor. Se esse limite estivesse ligado a uma política de incentivo à indústria brasileira, estaria justificado; mas isso não ocorreu. Falou-se em centros de pesquisa e fábrica de chips, mas concretamente não houve transferência de tecnologia. Sem uma política industrial, o governo se tornou refém dos/as fabricantes de equipamentos e, agora, disponibiliza 1 bilhão de reais para tornar viável a aquisição do conversor por uma parcela considerável da população. Uma enorme quantidade de dinheiro público que vai alimentar indústrias estrangeiras.

Assim, a digitalização da transmissão de TV nada muda no cenário das comunicações brasileiras. Permanece a concentração de mercado na mão de poucas empresas. Concessões são dadas para os/as mesmos/as de sempre, sem transparência nem democracia. A possibilidade de uma comunicação interativa segue inexistindo. As vantagens das mudanças tecnológicas ficam disponíveis só para uma pequena parcela da população de grande poder aquisitivo. E o Brasil segue sem política industrial e alimentando o mercado estrangeiro de equipamentos. Em resumo, a transmissão é digital, mas continua tudo igual. (Por João Brant).

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O que você precisa saber sobre TV digital



O telespectador poderá interagir com a emissora
A nova tecnologia promete uma revolução, mas não para já.
“Para quem não estive provido de recursos financeiros para adquirir receptores”

A televisão é o entretenimento mais popular no Brasil. Pode faltar tudo numa casa mas dificilmente não haverá um aparelho de TV. Os programas televisivos chegam a 50 milhões de lares, ou 163 milhões de pessoas. É fácil entender, portanto, o alcance de uma mudança que pode ser radical com o passar dos anos, mas que agora apenas engatinha.

No dia 2 de dezembro, na Grande São Paulo. Nos meses seguintes, nas demais capitais. E em 2009, no interior de todo o Brasil. As transmissões analógicas só serão interrompidas em 2016 – os brasileiros terão, portanto, nove anos para se adaptar.
“No dia 2 de dezembro para algum poucos privilegiados”.

É preciso trocar o televisor?
Sim, a não ser que você já tenha uma TV de plasma ou de LCD com entrada para um cabo HDMi. Nesses casos, basta ter um aparelho receptor, ou “set top box”, uma antena UHF e um cabo HDMi, que custa cerca de R$ 100. Os televisores tradicionais poderão captar agora o sinal digital, mas com ganho pequeno na qualidade da imagem.
“O que devemos fazer com os nossos televisores? Esta a revista não teve interesse de responder. E bastante obvio, jogaremos os televisores velhos fora poluindo o meio ambiente!”

Quando os receptores estarão disponíveis?
Os primeiros chegarão às lojas na próxima semana. Custarão caro! cerca de R$ 700 para aparelhos normais e R$ 1,1 mil para televisores de alta definição, a “Full High Definition”. Os novos modelos de TV, vendidos a partir do ano que vem, virão com receptor embutido. Ou seja: não vale a pena comprar agora o receptor.

Tenho TV por assinatura. Preciso do receptor?

Sim, mas só se você tiver pressa em entrar na nova tecnologia. As operadoras oferecerão novos conversores aos assinantes no ano que vem, apto a receber o sinal digital.

O que mudará com a TV digital?
Num primeiro momento a qualidade de som e imagem vai melhorar. O formato da imagem será mais retangular, como no cinema. Depois será possível receber informações, como o que aconteceu no último capítulo da novela. Em breve o telespectador poderá interagir com a programação. Os conversores disponíveis agora não estão completamente adaptados para funções interativas. Eles só devem começar a ser atualizados no ano que vem.

Como será essa interação?
De várias formas. O telespectador poderá votar no time com chances de ganhar uma partida, responder a pesquisas, voltar cenas. Com o controle remoto será possível comprar produtos e pagar contas.

As emissoras abertas mudarão o conteúdo?
Sim, mas é avanço lento. A globo, por ser líder do mercado, investiu R$ 200 milhões em equipamentos. Com a resolução altíssima nos aparelhos de alta definição, detalhes antes imperceptíveis, como rugas dos atores, ficarão visíveis.

Os programas antigos continuarão sendo transmitidos?
Sim. Devido às diferenças de definição, os aparelhos poderão exibir faixas pretas laterais, nas extremidades (quando a televisão com função digital receber uma transmissão analógica) ou faixas pretas horizontais (quando a televisão sem função digital receber uma transmissão digital).

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